Erros da Microsoft

Qui, 4 Dezembro, 2008

microsoftMuitos consideram o Windows Vista como o maior fracasso da Microsoft, e declaram isso colocando que o XP ainda está no mercado e, agora, com um SP3. A verdade é que o povo não gosta de mudanças, como já declarei minha raiva aqui. O Windows Vista Business – ao menos foi a versão que testei, porque Starter, Basic,… nem OS é – tem itens de segurança de acesso mais fácil, e que facilitam (ou não) a vida do usuário, porém exige bem mais do computador em termos de hardware. É por isso que trocar seu OS sem o computador de mais três anos é loucura. 

Não considero o Vista um fracasso. Fracasso, ou melhor, erro eu considero o que Microsoft faz com seus usuários ao acreditar que todos são leigos. Pastas como documents and settings são cada vez mais escondidas, só para dificultar ainda mais a vida de quem vai desinstalar alguma coisa sem ter o arquivo de desinstalação. Excluir todos os rastros de um programa como o Azureus Vuze pode chegar a ser um trabalho de mais de meia hora, quando se descobre o quão fragmentado ele fica no seu pc: é parte pra tudo quanto é lado. Até achar todas e deletar, demora. A Microsoft podia simplesmente fazer com que aquele “instalar e remover programas” não utilizasse só o programa de desinstalação, mas também usasse o regedit e apagasse todos os registros e arquivos deixados pelo programa no sistema – isso sim seria facilitar a vida. Afinal, até hoje me pergunto por que aquilo existe, se eu posso acessar o arquivo de desinstalação sem precisar do “instalar…” da Microsoft.

Há boatos de que as próximas chatices serão eliminadas em pouco tempo, porém, enquanto não são, chamam-se: inúmeros programas padrão. Em todas versões do Windows já testadas por mim – só não usei o 7 ainda – todos têm pelo menos dois programas para fazer a mesma coisa. Bom, para facilitar vamos separar por casos: os dos que têm similares no Office etc e os que têm similares no próprio Windows. Primeiro os que têm similares no Office: tudo bem, o programa não é padrão do Windows, mas poder-se-ia facilitar a vida com a opção de desabilitar e desinstalar o componente. No segundo caso é mais complicado, exemplo: paint e galeria de imagens. Ambos podem editar fotos – para que dois?

Por outro lado, o grande acerto da Microsoft foi a criação do seu Office. Talvez, uma obra prima. Não sei ainda, pois preciso ter dinheiro ou um amigo afortunado e generoso para testar a versão Apple. O que sei é que nem o Google foi capaz de criar um Office tão decente e fácil de usar quanto o da Microsoft. Todos aplicativos são de fácil acesso, rápidos, simples e, ainda, de fácil sincronização de dados com outros programas. Mas uma maior crítica sobre o novo Office 2007 – que eu, ao contrário de (muitos) outros, gostei – ficará para outra hora.

E este foi o meu primeiro post. Não perdoem meus erros!

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